quinta-feira, 24 de junho de 2010

A importância de sermos grãos.

Amigos, um texto de uma amiga linda, viuxe amo demais,aprendi a não confiar na iteligência dos outros quanto a interpretação, mas se tratando de meus amigos sei que vão entender, se não , não seriam meus amigos, porque se entendem um cara complexo como eu (rsrs). Saudades!

A importância de sermos grãos.

Tenho a impressão que às vezes enxergamos tudo como se fosse muito de perto.
Ao notar a existência do ser humano e a sua maneira de estar no mundo, pensei em comparar-nos como pequenos grãos de areia.

SOMOS GRÃOS

Pequenos grãos de areia quando sozinhos podem passar despercebidos...
Se somos grãos onde estaria a nossa importância se nem somos vistos.
Dê um Zoom...
De repente você vê aquele grão e se pergunta: - Como ele foi parar alí?
E num sopro de vida aquele grão se movimenta e é levado com o vento.
Saia do Zoom e olhe de cima
Imagine que você está flutuando sobre a Terra
Você verá um quadradinho pequenino lá onde seria o deserto do SAARA
Dê um pequeno Zoom 10%
Você começa a vê-lo como algo maior.
Dê mais 40 % de Zoom
Você vê que há um deserto e montes e montes de grãos de areia.
Você vê o vento movimentá-lo
E os pequenos animais que passeiam por alí
Dê mais 30% de Zoom e é possível ver que são milhares de pequenos grãos de areia agrupados que formam tão importante paisagem onde habitam vários outros seres.
Faltam apenas 20% para um novo Zoom e ao fazê-lo verá mais de perto que cada grão tem seu brilho próprio, uns maiores que os outros, mas, todos com a mesma importância.
Note a diferença com o grão solitário do princípio. Qual sua importância? Apenas sua existência? De onde veio? Por que vaga sozinho? São perguntas que talvez não saibamos responder.
Note a importância da união de grãos. Sozinho pode ser apenas mais um, agrupado pode ser um deserto como o SAARA e com uma função: ABRIGAR OUTROS SERES. Permitir a continuidade da vida.
Mas, lembre que mesmo sozinho o grão não se movimenta a toa solitário, é preciso o vento.
Sei que pode parecer pouco comparar Deus ao vento e o homem a um grão de areia, talvez sem livre arbítrio, mas com liberdade. Neste momento penso no homem como um ser único de grande importância, mas que sozinho não consegue fazer muita coisa. Diferente de quando se une com outros seres humanos, capazes de transformar algo inanimado em um local de produção de vida.
Talvez Deus nem fosse o vento, fosse a permissão para onde o vento deva soprar.
E o homem não seja o grão, mas seja a gota, seja a energia, seja a célula.
E por fim o homem perceba que ele é o Universo e por o ser é capaz de mudá-lo a cada instante e junto a outros homens torná-lo no futuro um Universo mais bem habitado.

24/06/2010 23:50
Danielle Santiago
SOB INSPIRAÇÃO